Já faz um tempinho que os pais e o governo acreditavam que os games violentos de hoje (Counter-Strike, GTA e outros) influenciavam os adolescentes a praticar o ato violento com prostitutas (vide GTA) ou contra a polícia. Agora que o governo proibiu a venda e divulgação desses games aqui no Brasil, o assunto está gerando polêmica.
O governo proibiu a venda porque eles acreditam que os adolescentes se influenciam demais após ficar quase 4 horas jogando videogame com temática violenta. Se o governo proibir tudo que tem uma temática violenta, não vai sobrar mais nenhuma atividade de distração para os adolescentes e adultos também.

As novelas, filmes, seriados, músicas, jornais e telejornais, internet, rádio e livros também trazem as temáticas de violência. E muitas vezes os adolescentes e crianças ficam mais influenciadas pelas notícias e pelas novelas apresentadas do que poelo videogame.
Li em uma matéria há algum tempo atrás, afirmando que crianças e adolescentes resistem muito mais a dor quando estão jogando games de ação do que com games de quebra-cabeça. E o professor que conduziu o estudo disse que se os “pequenos” pacientes que são submetidos a quimioterapia ou qualquer outro tratamento doloroso jogassem videogame, a dor e a agonia passariam bem mais rápido.

Concordo que existe jogos violentos demais, mas acho que o governo deveria avaliar melhor essa medida de proibir jogos violentos para venda e comercialização. O governo deveria avaliar a condição em que o adolescente que cometeu o crime, se os pais ou amigos tiveram alguma influência sobre o adolescente, entre outros fatores.
